Enorme Delicia - Conto Erótico Gay

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Enorme Delicia - Conto Erótico Gay

Foram recebidos cordialmente e simpaticamente encaminhados para um quarto discreto e confortável. Rapidamente fecharam a porta. Abraçaram-se de imediato e a mão carnuda de David colocou-se naturalmente sob a parte superior dos boxers que as calças baixas de Pedro deixavam ver. Beijavam-se apaixonadamente enquanto David lhe continuava a acariciar as nádegas com vigor, provocando uma erecção incontrolável ao amante. Despiram-se descontroladamente, deixando a roupa espalhada pelo chão.

Ainda de pé, abraçaram-se, unindo completamente os seus corpos, enquanto os seus membros erectos se roçavam. Ao ver o robusto caralho de David, Pedro não se conteve e começou a acariá-lo, para logo a seguir as mãos dos dois unirem aqueles membros, pujantes e verticais, num forte e continuado amplexo, punheteando-os com vigor em simultâneo, num fernesim de excitação e desejo! Pedro abandonou-se sem reservas a esta união e rapidamente sentiu o seu corpo a ser percorrido pelas deliciosas sensações de um orgasmo magnífico. O seu sémen era expelido em potentes golfadas, enquanto David, excitado pelo êxtase do namorado, obteve, quase em simultâneo, um orgasmo fortíssimo, ejaculando também os seus fluídos abundantes.

Os leitinhos do amor misturavam-se assim num só, cobrindo os membros ainda latejantes e as suas mãos, que se ofereceram mutuamente à boca do parceiro, numa partilha gulosa! - David, estou estão aborrecido... não era assim que eu queria que acontecesse!... - Não há problema, eu sei como é, porque também já tive a tua idade! Mas nada está perdido ... ainda temos muito tempo à nossa frente ...

Limparam-se e deitaram-se.completamente nus. A suave música ambiente favorecia o relaxamento dos dois namorados, ternamente abraçados e com as pernas totalmente entrelaçadas. E começaram a falar, naturalmente, dos amigos da praia, das coca-colas que eram bebidas só para se poderem ver e falar, dos projectos dos dois ... e começaram a contar anedotas ... Uma delas acabava com um forte insulto, que Pedro aproveitou para, a brincar, o aplicar a David, este rispostou com outro maior, Pedro mandou-lhe outro .... e insulto puxa insulto, envolveram-se os dois numa luta corpo a corpo simulada, rebolando-se na cama! Num jogo de forças, a tensão mútua nas mãos tentava forçar a derrota do antagonista.

De costas e com Pedro sobre si, David olhou para o corpo do namorado e cedeu ... Era impossível resistir àquela beleza, digna de um jovem efebo grego, delicada, mas musculada, preparada para a iniciação.... O pénis de Pedro erguia-se jovial e atrevido, bem seguro de si e com uma rigidez quase marmórea, ancorado nuns rotundos e másculos testítulos, impacientes por ejacular o seu néctar no seu par amoroso ... - Pedro, se pudesse ficava aqui eternamente a olhar-te ... és tão belo! Já estou impaciente pelo nosso grande momento, mas antes queria dizer-se que a nossa iniciação vai ser mútua, porque eu nunca fui até agora penetrado! - David, eu não sabia! Mas magoar-te é a última coisa que desejo, meu amor... - Pedrito, és um nino tão doce e sensível, que sei que nunca o farias! David ergueu-se um pouco e começou a beijar o membro vibrante do jovem, passando-lhe a língua por aqueles tomates carnudos em lânguidas lambuzelas, para depois subir pelo pénis até lhe fazer descer o prepúcio até à base da glande. Suavemente, introduziu-a na boca, ensalivando-a com movimentos circulares da língua ... - David, quero possuir-te! - suplicou Pedro, arfando de prazer e excitação. Depois de levantadas e flectidas as pernas, o pau entesoado de Pedro aproximou-se suavemente da gruta de David, penetrando-a com elegância e vigor. Os seus firmes movimentos de vai-vem rapidamente conseguiram a penetração total. Pedro cedia gemendo de prazer, aumentado pelo roçar no seu rabo dos testículos de Pedro, já subidos pela tensão pré-ejaculatória. - David, sinto-me tão feliz dentro de ti! E Pedro reduziu o ritmo das suas investidas, para fazer perdurar aquela união carnal. Parou mesmo por momentos, enquanto se beijavam apaixonadamente! Um orgasmo fenomenal culminou uma decisiva e fortíssima investida, enquanto os dois amantes gritavam de prazer com a nova abundamente ejaculação de Pedro. Deitaram-se abraçados, de novo. O membro de Pedro repousava, recompensado pelo seu competente labor amoroso... E ao seu lado, David não deixava de mimar o namorado, em carícias no rosto, em beijos furtivos, em toques sensuais pelo seu corpo ... com o desejo a crescer dentro de si! - Pedrito, gostas deste brinquedo? perguntou provocantemente. - É lindo, mas é enorme! Mas custe o custar, quero tê-lo dentro de mim, porque o meu amor por ti é superior a tudo isso! - Vamos ter muita paciência, mas iremos consegui-lo sem te magoar muito... Pedro debruçou-se e aproximou o rosto daquele pau enorme e latejante, cuja glande descoberta sobressaía, provocante e sedutora. Rapidamente foi engolida pela boca ávida de Pedro, que a massajou em repetidos e profundos movimentos ....

David abriu uma embalagem de lubrificante ... e Pedro virou-se de costas, dobrando-se e apoiando as mãos na cómoda do quarto... Com mito cuidado, David massajou o ânus de Pedro com os dedos revestidos de lubrificante. As respectivas paredes iam alargando e cedendo ... A sua glande entumescida começava o contacto com a gruta do namorado.... lentamente foi -a penetrando, num movimento gradual, que deixava Pedro em êxtase, depois de ultrapassada a sensação dolorosa inicial. De súbito, o efeito da lubrificação fez avançar o poderoso pau de David até meio. Pedro gritou, mas depois suspirou de prazer ao sentir-se plenamente penetrado. Que mais dizer? Que David foi muito gentil e consumou a sua união com Pedro pensando mais no prazer que lhe doava do que o que ele próprio sentia. É assim que se faz quando se ama alguém! Deitaram-se de novo, exaustos. E rapidamente adormeceram, ternamente abraçados. E ao caírem nos braços de Morfeu, começaram a entrar no reino dos sonhos. E tiveram o mesmo sonho: dos seus corpos unidos saíram os respectivos espíritos, que começaram a flutuar e se uniram num só! E de imediato começou a vogar pelo espaço etéreo, num movimento perene e eterno!

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