Senti-me uma putinha - Histórias eróticas Gay

Sem categoria
112 visualizações
Senti-me uma putinha - Histórias eróticas Gay

O meu relato inicia-se quando tinha cerca de 18 anos e os filmes pornográficos me fascinavam. Por um lado era o fascínio e por outro, o dinheiro não chegava para comprar filmes. Na zona onde morava, junto aos bombeiros, ao Sábado de manhã, havia um homem que vendia e trocava cassetes de vídeo e revistas de banda desenhada e eu com alguma regularidade, aproveitava ou para fazer troca ou comprar. Uma das vezes, uma das cassetes tinha a fita estragada e, no sábado seguinte fiz a reclamação a qual foi aceite e trocada. Mas para que não houvesse dúvidas, fui convidado a acompanhar o vendedor até sua casa, não longe dali, para testar a cassete. Aparentemente não estava mais alguém em casa e ele colocou a cassete no aparelho de vídeo e o filme começou a rolar. Tratava-se de um filme porno com homens e mulheres, dividido em em várias cenas. Eu estava de pé, cheio de tesão e o homem atrás de mim, relativamente afastado. Quando a primeira cena já ía sensivelmente a meio, o homem aproxima-se de mim diz: "aparentemente esta cassete está em condições". Eu, concordando digo que sim. Mas a conversa não fica por ali, perguntando-me: "Gostas muito destes filmes, não é?" Eu digo-lhe que sim, que me excitam muito. "Mas o que te excita, propriamente? Pergunta ele. Sem que ainda lhe tenha respondido, ele diz que também fica excitado e que adoraria estar no lugar daqueles gajos a foderem as mulheres. Entretanto, sinto a sua mão no meu ombro e estremeci, pois não esperava e ele diz: "ainda não me respondeste, então o que te excita?". Necessariamente, tive de lhe responder e, sem querer disse-lhe a verdade, ou seja, respondi-lhe que adoraria estar no lugar das mulheres. Então, diz-me ele: "eu já tinha pensado que tu, de alguma forma, gostarias de ter um homem para sexo. Mas era só uma ideia. Aliás, até tens um corpo bem feito…" Ao mesmo tempo, a sua mão já tinha percorrido as minhas costas e estava a apalpar-me o cu. Colocou-se por trás de mim, encostou-se de tal forma que sentia perfeitamente o seu enchumaço. Apalpava-me as maminhas enquanto se roçava no meu cu. Eu estava com um misto de bloqueado e excitado. Entretanto, ainda por trás, começou a despir-me as calças e meteu suas mãos por dentro do slip o qual me agradou muito. "Quero que sejas minha puta!" disse ele. Ao mesmo tempo, forçando um pouco, fez com que eu me ajoelhasse à sua frente e, deitando seu pau de fora disse: "mama!" agarrou-me na cabeça e enfiou-me aquele caralho na boca. Não tinha muita experiência mas pelos vistos, agradou-lhe. Mamei-o durante largos minutos, enquanto me punhetava e em alguns momentos quase me vinha. Mas também sentia que o meu cuzinho desejava aquele caralho que estava a mamar. Entretanto, ele pegou na minha cabeça e disse para lhe laber os mamilos. Lambi-lhe cada um e voltando-me apalpou-me novamente as minhas maminhas, sussurrando-me: "tens uma língua e uma boca de veludo… mamas muito bem. És uma boa puta e agora quero foder-te a cona." Meteu dois dos seu dedos na minha boca e passou-os no meu cu para o molhar. Inclinou-me para a frente e apontou a cabeça do seu caralho e foi enfiando. A dada altura, senti um dor atroz que me fez perder o tesão. Paramos alguns momentos e a dor foi passando. Comecei novamente a mamar-lhe o caralho e o meu tesão rapidamente voltou. Pedi-lhe que se deitasse de pau para cima, de forma a ser eu a enfiar-me no seu caralho. Sentei-me em cima do pau e fui-me deixando enterrar por aquele caralho bem teso. Desta vez não tive dor e tinha um prazer tremendo. Mudamos de posição e foi a vez dele ser efectivamente o meu macho, isto é, ajoelhei-me, levantei meu cu e deixei que me fodesse. Sentia as suas "stocadas" com tanto prazer. Acabou por se vir no rego do meu cu e aquele leitinho quente foi sublime. Eu acabei por me vir também. A partir daqui, ficamos amigos ou melhor, amantes. Na segunda vez que fui a casa dele, fui surpreendido por uma proposta quase imposição que me agradou muito e que ainda hoje me excita. Quando cheguei a sua casa, tinha à minha espera vestuário de mulher para usar. Tinha um conjunto de lingerie e vestido justo. Fui "obrigado" a vestir e excitou-me muito. Quando já estava pronto, apareci e ele disse: "que linda está, querida! Sempre que vieres aqui, vais vestir-te assim para seres a minha puta." Na verdade, fui puta dele durante muito tempo e infelizmente ele emigrou. Agora e desde há algum tempo que procuro um amante que me trate desta forma.

Comentários

Nenhum comentário foi adicionado nesta publicação

Adicionar novo comentário

Você deve estar logado para adicionar um novo comentário. Faça login
Queres inserir um anuncio? Criar uma conta
Utilizador não logado
Olá wave
Bem-vindo! Entrar ou registrar-se